Sabemos bem como a Itália está sofrendo com a pandemia. Tendo em vista que o país, principalmente esta época do ano, vive com base no turismo, é de se imaginar como a economia local estará prejudicada. Pode-se aferir que uma flexibilização da quarentena deixaria os locais animados, certo? Bem, não foi isso que aconteceu.

No primeiro dia da flexibilização da quarentena em Veneza, pudemos notar que a população estava bem insatisfeita com a decisão de reabertura do comércio. A decisão que veio do governo nacional, ordenava que a partir do dia 18 de maio, as lojas deveriam voltar a operar.

Entretanto, as viagens de turismo continuam proibidas, o que afeta diretamente uma grande parte das cidades italianas que vivem do turismo, como é o caso de Veneza e Florença, por exemplo. Reabrir o comércio, sem autorizar a vinda de turistas é simplesmente aferir mais gastos aos comerciantes locais, sem proporcionar lucros.

UMA DECISÃO PARADOXAL E PAULATINA

O governo italiano está, pouco a pouco, permitindo a reabertura de parques, prática de esportes fora de casa e assim por diante. Hoje, é permitida a visitação de parentes ou pessoas amadas, desde que respeitadas as normas de distanciamento físico e higiene, assim como, que essas visitas aconteçam na mesma região.

Restaurantes agora podem funcionar no sistema “take away”, e só poderão receber clientes para consumo local a partir do mês de junho. É uma balança muito problemática, a que vemos no momento. De um lado, a economia precisa voltar a girar para que as pessoas tenham comida em suas mesas, do outro – vidas precisam ser protegidas, e a quarentena é a melhor forma para isso.

De certo, as dúvidas e as mesmas problemáticas estão sendo vistas ou serão vistas em todos os cantos do mundo, até mesmo aqui no Brasil.

QUAL VOCÊ ACHA QUE É A MELHOR ABORDAGEM?

Enquanto cidadão, quer seja empresário, funcionário, estudante ou qualquer outra ocupação – qual você acha que é a melhor abordagem para a reabertura depois (ou durante) essa pandemia?

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