Atualizado em agosto de 2026: este artigo foi revisado para refletir as mudanças promovidas pela Lei Orgânica nº 1/2026, que extinguiu a via sefardita para novos pedidos de nacionalidade portuguesa. Quem protocolou o processo antes da entrada em vigor da lei continua sendo analisado pelas regras anteriores.

Os judeus sefarditas fazem parte de uma das comunidades mais importantes da história da diáspora judaica.

Originários da Península Ibérica, eles viveram durante séculos em Portugal e na Espanha, até serem expulsos ou obrigados à conversão durante o período da Inquisição.

Em reconhecimento a essa perseguição histórica, Portugal criou, em 2015, uma modalidade especial de acesso à nacionalidade portuguesa para descendentes de judeus sefarditas.

No entanto, essa possibilidade foi oficialmente encerrada para novos pedidos em maio de 2026.

Isso significa que:

  • quem protocolou o pedido antes de 19 de maio de 2026 continua tendo o processo analisado pelas regras anteriores;
  • quem não apresentou o pedido até essa data não pode mais solicitar a cidadania portuguesa por essa via.

Apesar dessa mudança, compreender quem são os judeus sefarditas, sua história, sua presença no Brasil e a origem dos sobrenomes sefarditas continua sendo extremamente relevante, tanto do ponto de vista histórico quanto genealógico.

Neste artigo, você vai entender:

  • quem são os judeus sefarditas;
  • como identificar uma possível ascendência sefardita;
  • por que esse povo deixou Portugal e Espanha;
  • quando os sefarditas chegaram ao Brasil;
  • quais são alguns dos sobrenomes judeus sefarditas mais conhecidos;
  • o que mudou com o fim da via sefardita para a nacionalidade portuguesa;
  • quais alternativas ainda existem para obter a cidadania portuguesa.

Quem são os judeus sefarditas?

Os judeus sefarditas são descendentes das comunidades judaicas que viveram durante séculos na Península Ibérica, especialmente nos territórios que hoje correspondem a Portugal e Espanha.

O termo Sefarad é a palavra utilizada na tradição hebraica para designar a Península Ibérica. Já sefardita (ou sefardi) significa, literalmente, “originário de Sefarad”.

A presença judaica na região remonta ao período do Império Romano, muitos séculos antes da formação dos Estados português e espanhol.

Ao longo desse tempo, os judeus desenvolveram uma rica tradição religiosa, cultural, comercial e intelectual, tornando-se parte importante da sociedade ibérica.

Durante a Idade Média, muitos sefarditas exerciam atividades ligadas ao comércio, às finanças, à medicina, à diplomacia e à administração pública.

Essa posição de destaque contribuiu para o desenvolvimento econômico dos reinos ibéricos, mas também alimentou perseguições políticas e religiosas que culminariam na expulsão de milhares de famílias.

Atualmente, os descendentes desses judeus estão espalhados por diversos países, incluindo Brasil, Estados Unidos, Israel, Turquia, Holanda, Marrocos e várias nações da América Latina.

Quem são os judeus sefarditas no Brasil?

A história dos judeus sefarditas no Brasil começa ainda no período colonial.

Muitas famílias chegaram ao território brasileiro fugindo da perseguição religiosa promovida pela Inquisição portuguesa.

Algumas vieram diretamente de Portugal; outras passaram por diferentes regiões da Europa antes de desembarcar na América.

Grande parte desses imigrantes era formada pelos chamados cristãos-novos — judeus convertidos oficialmente ao catolicismo, muitas vezes contra a sua vontade, mas que continuavam preservando tradições judaicas de forma discreta.

Ao longo dos séculos, essas famílias contribuíram para o desenvolvimento econômico de diversas regiões brasileiras, atuando principalmente no comércio, na agricultura, na mineração e em atividades financeiras.

Com o passar do tempo, muitos costumes foram sendo incorporados à cultura local, enquanto outros acabaram se perdendo devido ao processo de assimilação cultural e às perseguições sofridas durante o período colonial.

É justamente por isso que muitas pessoas descobrem apenas após uma pesquisa genealógica que possuem ancestrais sefarditas.

Como saber se sou descendente de judeus sefarditas?

Descobrir uma possível ascendência sefardita exige uma pesquisa histórica e documental bastante cuidadosa.

Embora determinados sobrenomes possam indicar uma possível ligação com famílias judaicas da Península Ibérica, o sobrenome, isoladamente, não comprova a descendência.

Normalmente, a investigação envolve diferentes etapas, como:

  • pesquisa genealógica da família;
  • levantamento de certidões em cartórios brasileiros e estrangeiros;
  • análise de registros de nascimento, casamento e óbito;
  • consulta a arquivos históricos;
  • cruzamento de informações familiares com documentos oficiais.

Em alguns casos, também podem ser consultados registros históricos utilizados anteriormente pelas comunidades judaicas portuguesas que certificavam a origem sefardita dos requerentes.

Mesmo com o encerramento da via sefardita para novos pedidos de nacionalidade portuguesa, esse tipo de pesquisa continua sendo extremamente importante para quem deseja conhecer suas origens familiares ou verificar outras possibilidades de acesso à cidadania portuguesa por diferentes fundamentos legais.

Além disso, uma análise especializada pode identificar caminhos alternativos que muitas vezes passam despercebidos durante uma pesquisa realizada de forma independente.

O que motivou a imigração dos judeus sefarditas?

A imigração dos judeus sefarditas foi consequência de uma série de mudanças políticas, religiosas e sociais ocorridas na Península Ibérica entre os séculos XV e XVI.

Antes desse período, muitas comunidades judaicas conviviam relativamente integradas à sociedade portuguesa e espanhola, ocupando posições de destaque em diferentes áreas da economia e da administração pública.

Com o fortalecimento das monarquias e da influência religiosa, entretanto, cresceu a pressão pela unificação da fé cristã nos reinos ibéricos.

Esse cenário favoreceu o aumento das perseguições contra judeus e outros grupos religiosos considerados incompatíveis com a política adotada pelos governos da época.

Como consequência, milhares de famílias foram obrigadas a escolher entre:

  • converter-se ao cristianismo;
  • abandonar seus bens;
  • deixar seus países de origem.

Foi justamente esse movimento que deu início à grande diáspora sefardita, espalhando descendentes dessas comunidades por diferentes continentes.

Santa Inquisição

O principal marco desse processo foi a criação do Tribunal da Santa Inquisição, instituição responsável por investigar e punir pessoas acusadas de praticar heresia ou manter costumes considerados incompatíveis com a doutrina católica.

Na Espanha, o Decreto de Alhambra, publicado em 1492, determinou que os judeus deveriam se converter ao catolicismo ou deixar o território espanhol.

Estima-se que dezenas de milhares de famílias tenham optado pelo exílio, enquanto outras aceitaram a conversão forçada para permanecer no país.

Muitos desses convertidos passaram a ser conhecidos como cristãos-novos. Apesar da mudança oficial de religião, vários continuaram preservando tradições judaicas em âmbito familiar, tornando-se alvo constante da Inquisição.

Portugal também adotou medidas semelhantes alguns anos depois, levando novos grupos de judeus sefarditas a buscar refúgio em outras regiões da Europa e, posteriormente, no continente americano.

Quando os judeus sefarditas chegaram ao Brasil?

Após deixarem Portugal e Espanha, muitos judeus sefarditas buscaram novos lugares onde pudessem reconstruir suas vidas e exercer suas atividades com maior liberdade. Nesse contexto, o Brasil passou a representar uma oportunidade importante. 

Durante o período das Grandes Navegações, o território despertava interesse pelas riquezas naturais e pelo potencial econômico, especialmente nas atividades ligadas ao comércio e à produção açucareira.

Apesar disso, é importante destacar que a chegada ao Brasil não significou o fim das perseguições.

Como colônia portuguesa, o território brasileiro também estava sujeito às determinações da Coroa e da Inquisição. Por esse motivo, muitos cristãos-novos procuravam viver de forma discreta, evitando demonstrar publicamente práticas religiosas judaicas.

Ainda assim, diversas famílias conseguiram estabelecer raízes no Brasil e participaram ativamente da formação econômica e social do país.

Novo mundo e oportunidade de comércio

O crescimento das atividades comerciais foi um dos principais fatores que atraíram os judeus sefarditas para o Brasil.

Muitos atuavam como comerciantes, financiadores, artesãos e profissionais liberais, contribuindo para o desenvolvimento das primeiras vilas e centros urbanos.

Durante o período da ocupação holandesa no Nordeste, entre os séculos XVII e XVIII, houve maior liberdade religiosa. Foi nesse momento que surgiu, em Recife, a Kahal Zur Israel, considerada a primeira sinagoga das Américas.

Entretanto, com o retorno do domínio português, muitos judeus precisaram novamente deixar a região ou esconder suas tradições religiosas para evitar perseguições.

Diversas famílias migraram para áreas do interior, especialmente Minas Gerais, onde a fiscalização da Inquisição era menos intensa.

Esse movimento contribuiu para a dispersão da comunidade sefardita pelo território brasileiro e explica por que muitos descendentes só descobrem suas origens séculos depois.

O que aconteceu com a via sefardita em 2026?

Durante muitos anos, os descendentes de judeus sefarditas puderam solicitar a nacionalidade portuguesa por meio de uma legislação criada justamente como forma de reparação histórica pelas perseguições sofridas durante a Inquisição.

Entretanto, essa realidade mudou definitivamente em 2026.

A Lei Orgânica nº 1/2026, em vigor desde 19 de maio de 2026, extinguiu a possibilidade de apresentação de novos pedidos de nacionalidade portuguesa pela via sefardita.

Na prática:

  • quem protocolou o processo antes da entrada em vigor da lei continua sendo analisado conforme as regras anteriores;
  • quem não apresentou o pedido até essa data não pode mais utilizar essa modalidade de aquisição da nacionalidade portuguesa.

Tal alteração representa a mudança mais significativa desde a criação dessa via de acesso à cidadania e tornou indispensável a atualização de conteúdos sobre o tema.

Além disso, estima-se que cerca de 700 mil processos permaneçam em análise pelo Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), grande parte deles de brasileiros, o que explica por que ainda existem tantas dúvidas sobre o assunto.

Linha do tempo da nacionalidade portuguesa por via sefardita

Para compreender melhor essa evolução, vale observar os principais marcos legais:

AnoO que aconteceu
2015Portugal criou a possibilidade de concessão da nacionalidade portuguesa para descendentes de judeus sefarditas, como medida de reparação histórica.
2022O Decreto-Lei nº 26/2022 tornou o procedimento mais rigoroso e ampliou os critérios para reconhecimento da descendência.
2024Passou a ser exigida a comprovação de uma ligação efetiva com Portugal, tornando o processo ainda mais restritivo.
2026A Lei Orgânica nº 1/2026 extinguiu definitivamente a via sefardita para novos pedidos de nacionalidade portuguesa.

Essa sequência demonstra que o encerramento da via sefardita não ocorreu de forma repentina. Ao longo dos últimos anos, Portugal já vinha endurecendo progressivamente os requisitos até chegar à extinção dessa modalidade.

Tenho ascendência sefardita, mas não protocolei a tempo. E agora?

Essa é uma das dúvidas mais frequentes atualmente.

Se você possui ascendência sefardita, mas não protocolou o pedido antes de 19 de maio de 2026, infelizmente essa via de aquisição da nacionalidade portuguesa não está mais disponível.

Isso, porém, não significa necessariamente que você perdeu qualquer possibilidade de obter a cidadania portuguesa.

Dependendo da sua história familiar, ainda podem existir outras modalidades previstas na Lei da Nacionalidade Portuguesa, como:

  • cidadania por descendência de portugueses;
  • cidadania por residência legal em Portugal;
  • outras hipóteses previstas na legislação portuguesa, conforme cada caso.

Por isso, uma análise individual continua sendo o melhor caminho para identificar se existe outra possibilidade de reconhecimento da nacionalidade.

Em muitos casos, pessoas que inicialmente acreditavam ter apenas a ascendência sefardita descobrem, durante a pesquisa genealógica, que também possuem um ascendente português que permite seguir por outra via legal.

Quer saber se ainda existe uma alternativa para o seu caso? Uma análise especializada da árvore genealógica e da documentação familiar pode indicar quais caminhos continuam disponíveis para buscar a cidadania portuguesa.

Quais são os sobrenomes judeus sefarditas?

A presença de determinados sobrenomes pode indicar uma possível ligação com famílias judaicas originárias da Península Ibérica.

Por esse motivo, buscas como “judeus sefarditas sobrenomes” e “sobrenomes judeus” continuam entre as mais pesquisadas por pessoas interessadas em descobrir suas origens familiares.

Entretanto, é importante fazer uma ressalva: ter um sobrenome de possível origem sefardita não comprova, por si só, a descendência judaica nem garante qualquer direito à cidadania portuguesa.

Os sobrenomes devem ser analisados em conjunto com documentos históricos, registros civis, certidões e pesquisas genealógicas que permitam reconstruir a linha de ascendência da família.

A seguir, listamos alguns dos sobrenomes tradicionalmente associados a famílias sefarditas.

Alguns dos sobrenomes judeus sefarditas mais conhecidos

A relação de sobrenomes associados a famílias sefarditas é bastante extensa e reúne centenas de registros documentados ao longo da história.

Entre os mais conhecidos estão:

A – C

  • Abrantes
  • Aguilar
  • Almeida
  • Álvares
  • Amorim
  • Andrade
  • Avelar
  • Azevedo
  • Barros
  • Basto
  • Belmonte
  • Brandão
  • Bravo
  • Brito
  • Bueno
  • Cáceres
  • Caetano
  • Campos
  • Cardoso
  • Carneiro
  • Carvajal
  • Carvalho
  • Castro
  • Crespo
  • Coutinho
  • Cruz

D – L

  • Dias
  • Dourado
  • Duarte
  • Elias
  • Estrela
  • Ferreira
  • Franco
  • Gato
  • Gonçalves
  • Guerreiro
  • Henriques
  • Lara
  • Leão
  • Leiria
  • Lemos
  • Lobo
  • Lombroso
  • Lousada
  • Lopes

M – R

  • Macias
  • Machado
  • Machorro
  • Martins
  • Marques
  • Mascarenhas
  • Mattos
  • Meira
  • Melo e Prado
  • Mello e Canto
  • Mendes
  • Mendes da Costa
  • Mesquita
  • Miranda
  • Montesino
  • Morão
  • Moreno
  • Morões
  • Mota
  • Moucada

N – Z

  • Negro
  • Neto
  • Nunes
  • Oliveira
  • Osório (ou Ozório)
  • Paiva
  • Pardo
  • Pereira
  • Pessoa
  • Pilão
  • Pina
  • Pinheiro
  • Pinto
  • Pimentel
  • Pizarro
  • Preto
  • Querido
  • Rei
  • Ribeiro
  • Rodrigues
  • Rosa
  • Salvador
  • Sarmento
  • Silva
  • Soares
  • Souza
  • Teixeira
  • Teles
  • Torres
  • Vargas
  • Vaz
  • Viana

Ter um sobrenome sefardita garante o direito à cidadania portuguesa?

Não. Essa é uma dúvida bastante comum entre pessoas que pesquisam sobre judeus sefarditas sobrenomes.

Embora determinados sobrenomes possam indicar uma possível origem sefardita, eles nunca foram suficientes, por si só, para garantir o reconhecimento da nacionalidade portuguesa.

Mesmo quando a via sefardita ainda estava em vigor, era necessário apresentar uma série de documentos capazes de comprovar a ascendência, além de atender aos critérios legais exigidos pela legislação portuguesa vigente à época.

Atualmente, com a extinção da via sefardita para novos pedidos, possuir um sobrenome de origem judaico-sefardita continua sendo um importante elemento para pesquisas genealógicas e históricas, mas não permite mais iniciar um processo de nacionalidade portuguesa por esse fundamento.

Por isso, a confirmação da ascendência depende sempre de uma investigação documental completa.

Perguntas frequentes sobre judeus sefarditas e cidadania portuguesa

A via sefardita para cidadania portuguesa acabou mesmo?

Sim. A Lei Orgânica nº 1/2026 extinguiu a possibilidade de apresentação de novos pedidos de nacionalidade portuguesa pela via sefardita a partir de 19 de maio de 2026.

Quem protocolou o pedido antes de maio de 2026 ainda tem direito?

Sim. Os processos apresentados antes da entrada em vigor da nova legislação continuam sendo analisados pelo Instituto dos Registos e do Notariado (IRN) conforme as regras vigentes no momento do protocolo.

Ainda existem processos de judeus sefarditas sendo analisados?

Sim. Embora não seja mais possível apresentar novos pedidos, milhares de processos protocolados anteriormente continuam em tramitação pelas autoridades portuguesas.

Existe outra forma de conseguir a cidadania portuguesa?

Depende da situação de cada pessoa.

Além da antiga via sefardita, a legislação portuguesa prevê outras possibilidades de acesso à nacionalidade, como:

  • descendência de cidadão português;
  • residência legal em Portugal, desde que cumpridos os requisitos legais;
  • outras hipóteses previstas na Lei da Nacionalidade.

Uma análise individual é a melhor maneira de identificar qual modalidade pode ser aplicável ao seu caso.

Como saber se tenho ascendência judaico-sefardita?

O caminho mais seguro é realizar uma pesquisa genealógica baseada em documentos históricos.

Essa investigação normalmente envolve:

  • levantamento de certidões;
  • reconstrução da árvore familiar;
  • consulta a registros históricos;
  • análise documental da linha de ascendência.

A presença de um sobrenome tradicionalmente associado aos sefarditas pode servir como ponto de partida, mas não substitui a comprovação documental.

Conclusão

Os judeus sefarditas desempenham um papel importante na história de Portugal, da Espanha e de diversos países que receberam famílias expulsas da Península Ibérica durante os séculos XV e XVI.

A trajetória deste povo ajuda a compreender movimentos migratórios, tradições culturais e a formação de comunidades que deixaram marcas profundas em diferentes regiões do mundo, incluindo o Brasil.

Durante pouco mais de uma década, Portugal reconheceu essa história por meio da concessão da nacionalidade portuguesa aos descendentes de judeus sefarditas.

Contudo, com a entrada em vigor da Lei Orgânica nº 1/2026, essa modalidade foi encerrada para novos pedidos.

Ainda assim, conhecer a própria origem familiar continua sendo um passo importante. Além de preservar a memória e a história dos antepassados, a pesquisa genealógica pode revelar outras possibilidades previstas na legislação portuguesa para quem deseja buscar a cidadania.

Se você acredita ter ascendência portuguesa ou judaico-sefardita e deseja entender quais caminhos permanecem disponíveis, uma análise especializada da documentação familiar pode indicar a alternativa mais adequada para o seu caso.

Quer descobrir se ainda existe um caminho para obter a cidadania portuguesa?

Mesmo com o encerramento da via sefardita para novos pedidos, outras modalidades de nacionalidade podem ser aplicáveis, dependendo da sua história familiar.

A equipe da Cidadania4U pode analisar gratuitamente a sua documentação e verificar quais possibilidades continuam disponíveis de acordo com a legislação portuguesa vigente.